O plasma do sangue do cordão umbilical produz efeitos positivos ao nível da memória e da aprendizagem em modelo animal e, mais interessante ainda, contém uma proteína que, administrada sozinha, produz efeitos benéficos muito semelhantes aos do plasma do sangue do cordão umbilical. As explicações são da investigadora Bruna Moreira.
As alterações neurológicas causadas pelo envelhecimento levam a um declínio cognitivo, presente em determinadas doenças neurológicas, como a doença de Alzheimer. O hipocampo, uma região do cérebro responsável pela memória espacial e formação de novas memórias, é muito afetado pelo envelhecimento, observando-se uma diminuição progressiva da memória e da capacidade de aprendizagem com a idade.
Para perceber as potencialidades terapêuticas do sangue do cordão umbilical nesta área, um grupo de investigadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, realizou um estudo em modelo animal, que identificou uma proteína – TIMP2 – presente no plasma do sangue do cordão umbilical, capaz de melhorar a memória e a capacidade de aprendizagem em ratinhos de idade avançada. O estudo teve como objetivo identificar os possíveis fatores presentes no plasma de indivíduos jovens responsáveis por melhorias ao nível da memória e aprendizagem.
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