Uma das preocupações das pessoas com diabetes tipo 2 e dos médicos que as acompanham são as complicações associadas, como o risco de hipoglicemias (grande redução de níveis de glicose no sangue) e o desenvolvimento de eventos cardiovasculares. As explicações são do médico endocrinologista e professor universitário José Silva Nunes.
Este tipo de problemas, para além de trazerem consequências na qualidade de vida do doente, têm custos económicos associados (internamentos hospitalares, cuidados de saúde e impacto profissional) para o seu tratamento, pelo que a comunidade médica se tem debruçado em busca de mais e melhores respostas para estas pessoas.
O novo estudo internacional DEVOTE foi recentemente apresentado no congresso da Associação Americana de Diabetes e publicado, no mesmo dia, na prestigiada revista New England Journal of Medicine, e avalia a segurança cardiovascular de uma insulina de nova geração, a insulina degludec (um análogo de insulina de ação ultralonga, comercializado em vários países que ainda não se encontra disponível em Portugal) em comparação com a insulina glargina, em doentes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular para se compreender as principais diferenças e as mais-valias para as pessoas com diabetes tipo 2.
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