{"id":3195,"date":"2015-03-10T16:36:50","date_gmt":"2015-03-10T16:36:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.formuladeafeto.pt\/?p=3195"},"modified":"2015-03-10T16:36:50","modified_gmt":"2015-03-10T16:36:50","slug":"como-travar-as-doencas-alzheimer-e-parkinson","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/2015\/03\/10\/como-travar-as-doencas-alzheimer-e-parkinson\/","title":{"rendered":"Como travar as doen\u00e7as alzheimer e parkinson?"},"content":{"rendered":"<p>A doen\u00e7a de Alzheimer e a doen\u00e7a de Parkinson s\u00e3o as mais conhecidas porque est\u00e3o directamente relacionadas com o envelhecimento. A m\u00e1 not\u00edcia \u00e9 que n\u00e3o existem tratamentos capazes de as curar. A boa nova\u00e9 que existem cada vez mais op\u00e7\u00f5es para melhorar a qualidade de vida do paciente.<\/p>\n<p>Nas doen\u00e7as relacionadas com o envelhecimento a n\u00edvel neuronal, como a de Alzheimer e a de Parkinson, os neur\u00f3nios cerebrais deixam de exercer as suas fun\u00e7\u00f5es e acabam por morrer.<\/p>\n<p>Est\u00e1 provado que existem factores gen\u00e9ticos, ambientais e outros relacionados com os h\u00e1bitos de vida que incidem no seu aparecimento, mas ainda n\u00e3o se conhece a rela\u00e7\u00e3o causa-efeito, o que, por sua vez, impede a obten\u00e7\u00e3o de terapias mais eficazes.<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2><strong>DOEN\u00c7A DE PARKINSON<\/strong><\/h2>\n<p>De acordo com os dados disponibilizados no Dia Mundial da Doen\u00e7a de Parkinson (11 de Abril), esta doen\u00e7a afecta um total de seis milh\u00f5es e meio de pessoas em todo o mundo.<\/p>\n<p>\u00c9 cr\u00f3nica, neurol\u00f3gica e degenerativa, e costuma afectar idosos (geralmente, a partir dos 70 anos), apesar de, segundo os especialistas, nos \u00faltimos tempos este limite de idade ter reduzido consideravelmente, sendo que pelo menos uma em cada 10 pessoas afectadas tem menos de 50 anos.<\/p>\n<p>Ocorre quando um grupo de neur\u00f3nios situados na regi\u00e3o cerebral, chamados g\u00e2nglios da base, sofre de perda neuronal grave. Em condi\u00e7\u00f5es normais, estes neur\u00f3nios produzem dopamina, um mensageiro que transmite sinais nervosos relacionados com os movimentos volunt\u00e1rios.<\/p>\n<p>Quando cerca de 60 a 80% destas c\u00e9lulas est\u00e3o afectadas, surgem os sintomas da doen\u00e7a. Esta morte celular \u00e9 determinada, pelo menos em parte, pela exist\u00eancia de genes predisponentes e pela exposi\u00e7\u00e3o ambiental a determinadas toxinas.<\/p>\n<p><strong>Como se manifesta<\/strong><\/p>\n<p>Os sintomas da doen\u00e7a de Parkinson n\u00e3o afectam nem evoluem da mesma forma em todos os doentes.<\/p>\n<p>\u00abEm geral, manifestam-se primeiro de um lado do corpo e depois, atingem tamb\u00e9m o hemicorpo contralateral\u00bb, explica Cristina Costa, neurologista.<\/p>\n<p>Existem quatro sinais cardinais desta doen\u00e7a:<\/p>\n<p>1. O tremor\u00a0Costuma afectar a m\u00e3o, o p\u00e9 ou queixo, estendendo-se a outras zonas. \u00c9 mais intenso em repouso e em situa\u00e7\u00f5es de stress.<\/p>\n<p>2. A rigidez:\u00a0Consiste na resist\u00eancia ao movimento provocado por um desequil\u00edbrio entre os m\u00fasculos que facilitam um determinado movimento e seus opostos. Provoca uma sensa\u00e7\u00e3o de se ter os membros presos, de dificuldade nos movimentos.<\/p>\n<p>3. A lentid\u00e3o (bradicinesia):\u00a0\u00c9 o abrandamento nos movimentos espont\u00e2neos e autom\u00e1ticos, o que faz com que tarefas t\u00e3o simples como vestir-se ou tomar banho demorem muito tempo.<\/p>\n<p>4. A instabilidade postural:\u00a0Trata-se de uma altera\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio que predisp\u00f5e a quedas e consequentes traumatismos.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m disso, existe uma extensa lista de sintomas menos importantes, como a fadiga e perda de energia, depress\u00e3o, altera\u00e7\u00f5es da fala, ins\u00f3nias, altera\u00e7\u00f5es emocionais, dificuldades em mastigar e engolir, pris\u00e3o de ventre, hipotens\u00e3o, dores musculares, dem\u00eancia e altera\u00e7\u00f5es da mem\u00f3ria.<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h3><strong>Como evitar que esta doen\u00e7a progrida<\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>F\u00e1rmacos com boas perspectivas<\/strong><\/p>\n<p>O tratamento farmacol\u00f3gico administrado actualmente permite aliviar a maioria dos sintomas, apesar de n\u00e3o incidir sobre a causa da doen\u00e7a. Assim, por exemplo, \u00e9 eficaz no controlo dos tremores e da rigidez, e reduz a produ\u00e7\u00e3o de saliva.<\/p>\n<p><strong>Os benef\u00edcios do caf\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>Um estudo recente levado a cabo por uma equipa de investigadores do Centro M\u00e9dico da Universidade de Duke, em Durham, Carolina do Norte, o consumo de caf\u00e9 tem uma rela\u00e7\u00e3o inversamente proporcional \u00e0 incid\u00eancia da doen\u00e7a de Parkinson.<\/p>\n<p>\u00abAumentar a dose e a intensidade da ingest\u00e3o total de cafe\u00edna reduz significativamente as possibilidades de desenvolver Parkinson\u00bb, revelam os autores da investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Controlar a diabetes<\/strong><\/p>\n<p>Especialistas do Instituto Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica de Hels\u00ednquia revelaram que os pacientes com diabetes tipo 2 t\u00eam mais propens\u00e3o para desenvolver a doen\u00e7a de Parkinson devido, em parte, ao excesso de peso corporal que costumam ter.<\/p>\n<p><strong>Cuidado com os pesticidas<\/strong><\/p>\n<p>As pessoas expostas de forma regular a pesticidas aumentam o seu risco de padecer desta doen\u00e7a. V\u00e1rios trabalhos relacionaram estas subst\u00e2ncias com um aumento do risco de a desenvolver; o \u00faltimo \u00e9 da Universidade de Aberdeen, na Esc\u00f3cia, no qual se demonstrou que, por exemplo, os agricultores com n\u00edveis altos de exposi\u00e7\u00e3o a pesticidas t\u00eam 43% mais probabilidades de padecer da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Os especialistas recomendam que os jardineiros profissionais e os agricultores usem m\u00e1scara e vistam roupa protectora adequada.<\/p>\n<p><strong>As op\u00e7\u00f5es do futuro<\/strong><\/p>\n<p>In\u00fameros progressos cient\u00edficos t\u00eam sido desenvolvidos nos \u00faltimos anos, no sentido de encontrar tratamentos mais eficazes para a doen\u00e7a de Parkinson.<\/p>\n<p>De acordo com Cristina Costa, \u00abestes desenvolvimentos incluem o aperfei\u00e7oar de t\u00e9cnicas que envolvem cirurgia cerebral, nomeadamente a estimula\u00e7\u00e3o cerebral profunda\u00bb.<\/p>\n<p><strong>Como melhorar o seu dia-a-dia<\/strong><\/p>\n<p>Para al\u00e9m da medica\u00e7\u00e3o, existem t\u00e9cnicas e terapias destinadas a controlar os sintomas, como a fisioterapia ou a hidrogin\u00e1stica, que podem ajudar a melhorar e manter a for\u00e7a muscular e articular de todo o corpo. Dependendo da fase da doen\u00e7a, a terapia ocupacional e da fala, tamb\u00e9m podem estar indicadas.<\/p>\n<p>\u00c9 de real\u00e7ar a import\u00e2ncia da realiza\u00e7\u00e3o de um programa de exerc\u00edcio f\u00edsico adequado, se poss\u00edvel orientado por um especialista, que permita a estes pacientes reduzir os seus n\u00edveis de depend\u00eancia e melhorar a sua qualidade de vida.<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2><strong>DOEN\u00c7A DE ALZHEIMER<\/strong><\/h2>\n<p>De acordo com dados da Alzheimer Europe (<a href=\"http:\/\/www.alzheimer-europe.org\/\" rel=\"nofollow\">www.alzheimer-europe.org<\/a>\u00a0), uma associa\u00e7\u00e3o europeia sem fins lucrativos, cerca de 70% das pessoas com dem\u00eancia padecem de Alzheimer.<\/p>\n<p>Em Portugal, n\u00e3o existem dados conclusivos sobre a preval\u00eancia desta doen\u00e7a, mas estima-se que existam cerca de 60.000 pessoas afectadas.<\/p>\n<p>A sua origem \u00e9 multifactorial e a sua evolu\u00e7\u00e3o irrevers\u00edvel, sendo importante detectar precocemente os sintomas para conseguir enfrent\u00e1-la quanto antes e abrandar a sua evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00abSabe-se que o desencadeante est\u00e1 em grande parte na produ\u00e7\u00e3o exagerada de tran\u00e7as neurofibrilhares numa determinada zona do c\u00e9rebro, bem como no dep\u00f3sito exagerado duma subst\u00e2ncia amil\u00f3ide t\u00f3xica, na inactiva\u00e7\u00e3o das termina\u00e7\u00f5es sin\u00e1pticas dos neur\u00f3nios, na redu\u00e7\u00e3o de determinados neurotransmissores cerebrais e no contributo negativo de factores gen\u00e9ticos, vasculares, traum\u00e1ticos, auto-imunes, t\u00f3xicos, infecciosos ou at\u00e9 pelo facto de padecer de outras patologias como a diabetes\u00bb, explica Ol\u00edvia Robusto, consultora de Psiquiatria no Hospital de Santa Maria, em Lisboa.<\/p>\n<p><strong>Como se manifesta<\/strong><\/p>\n<p>O guia da Cl\u00ednica Mayo sobre Alzheimer, editado por esta prestigiada entidade norte-americana, estabelece dez grandes sinais de advert\u00eancia que podem permitir detectar a doen\u00e7a nos seus estadios mais precoces: perda de mem\u00f3ria, dificuldade para realizar tarefas habituais, problemas com a linguagem, desorienta\u00e7\u00e3o a n\u00edvel de tempo e lugar, pouca ou nenhuma capacidade de discernimento, problemas com o racioc\u00ednio abstracto, extravio das coisas, mudan\u00e7as de \u00e2nimo ou de comportamento, altera\u00e7\u00f5es de personalidade, perda de iniciativa.<\/p>\n<p>Todos estes sintomas v\u00e3o aparecendo e evoluindo de forma progressiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Como evitar que progrida<\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>F\u00e1rmacos: os quatro magn\u00edficos<\/strong><\/p>\n<p>Actualmente n\u00e3o existe cura para esta doen\u00e7a; todos os esfor\u00e7os est\u00e3o reunidos para travar a progress\u00e3o dos sintomas. Em Portugal, comercializam-se quatro f\u00e1rmacos: donepezil, rivastigmina, galantamina e memantina, com os quais se consegue melhorar a qualidade de vida dos pacientes, podendo ser utilizados juntamente com outras terapias, como a reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva.<\/p>\n<p><strong>Uma dieta equilibrada<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um passo importante e ao nosso alcance para evitar que a doen\u00e7a possa ser desencadeada por alguns dos factores de risco.<\/p>\n<p>De acordo com Ol\u00edvia Robusto, \u00abdeve-se evitar, sobretudo, o excesso de gorduras, de a\u00e7\u00facar e de sal, o tabaco e o \u00e1lcool, a obesidade e produtos t\u00f3xicos (especula-se por exemplo sobre o perigo do alum\u00ednio e do cobre na alimenta\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o se conhecem estudos fidedignos que provem com certeza)\u00bb.<\/p>\n<p><strong>Mobilidade f\u00edsica e mental<\/strong><\/p>\n<p>Investigadores de diversas universidades norte-americanas e de centros de investiga\u00e7\u00e3o credenciados europeus (Fran\u00e7a, Inglaterra e Su\u00e9cia) t\u00eam vindo a insistir, segundo Ol\u00edvia Robusto, \u00abna import\u00e2ncia da aprendizagem e de manter uma mente activa a fim de incrementar a neuroplasticidade cerebral, estimulando assim as zonas s\u00e3s do c\u00e9rebro e, eventualmente, reabilitar algumas j\u00e1 afectadas, bem como na import\u00e2ncia de se efectuar regularmente exerc\u00edcio f\u00edsico\u00bb.<\/p>\n<p><strong>Peixe<\/strong><\/p>\n<p>Sempre na ementa. De acordo com os resultados de um novo estudo da Universidade da Calif\u00f3rnia, um dos \u00e1cidos gordos presentes nos peixes ricos em \u00f3mega-3 (atum, salm\u00e3o, sardinhas e anchovas), o \u00e1cido docosahexaen\u00f3ico, pode aumentar a capacidade de aprendizagem no rato velho, contrariando assim o defeito de mem\u00f3ria relacionado com o envelhecimento.<\/p>\n<p><strong>A nova vacina<\/strong><\/p>\n<p>Um prestigiado grupo de cientistas japoneses desenvolveu recentemente uma vacina oral contra a doen\u00e7a de Alzheimer cujos resultados lan\u00e7aram expectativas esperan\u00e7osas, j\u00e1 que demonstrou ser eficaz em ratinhos.<\/p>\n<p>Esta terapia est\u00e1 destinada a atacar um dos poss\u00edveis desencadeantes da doen\u00e7a: a acumula\u00e7\u00e3o de placas de amil\u00f3ide no c\u00e9rebro, uma circunst\u00e2ncia frequente em pessoas com mais idade.<\/p>\n<p><strong>Como melhorar o seu dia-a-dia<\/strong><\/p>\n<p>Ter h\u00e1bitos de vida saud\u00e1veis e, sobretudo, manter a mente activa. Quando se trata de fazer gin\u00e1stica cerebral vale tudo: jogar \u00e0s cartas, ler, fazer passatempos e, acima de tudo, procurar actividades que potenciem a criatividade&#8230;e o gosto pela vida. O objectivo \u00e9 impedir que os neur\u00f3nios atrofiem.<\/p>\n<p><strong>C\u00e9lulas estaminais: a grande esperan\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>A sua experimenta\u00e7\u00e3o e uso est\u00e3o envoltos em pol\u00e9mica em muitos pa\u00edses. Contudo, s\u00e3o perfiladas como a linha de investiga\u00e7\u00e3o mais promissora, num futuro n\u00e3o muito distante, para um bom n\u00famero de doen\u00e7as, em geral, e para as doen\u00e7as degenerativas, em particular.<\/p>\n<p>As c\u00e9lulas estaminais t\u00eam a capacidade de se transformarem em c\u00e9lulas de m\u00faltiplos tecidos diferentes.<\/p>\n<p>Podem ser encontradas no embri\u00e3o durante o seu desenvolvimento, mas existem muitos problemas \u00e9ticos para que sejam feitas investiga\u00e7\u00f5es com elas, pelo que, actualmente, se utilizam outras c\u00e9lulas estaminais menos abundantes mas presentes nos diferentes \u00f3rg\u00e3os e tecidos do adulto, por exemplo no sangue perif\u00e9rico ou na medula \u00f3ssea.<\/p>\n<p><strong>Cuidando do cuidador<\/strong><\/p>\n<p>Grande parte da assist\u00eancia e dos cuidados dos doentes de Parkinson e Alzheimer recaem sobre os familiares, o que implica dedica\u00e7\u00e3o acrescida e sacrif\u00edcio da vida social, podendo resultar na chamada s\u00edndrome do cuidador ou s\u00edndrome de burn out, que prejudica a sua sa\u00fade f\u00edsica e mental, limitando a sua vida de uma forma geral.<\/p>\n<p>O mesmo acontece com as restantes doen\u00e7as neurodegenerativas, nas quais o paciente desenvolve n\u00edveis elevad\u00edssimos de depend\u00eancia.<\/p>\n<p>Para prevenir esta s\u00edndrome, os especialistas recomendam aos cuidadores tentar ter acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria e adequada (O Manual do Cuidador, da Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer, pode ser uma ajuda preciosa; bem como sess\u00f5es de ensino e os grupos de suporte), contar com o apoio familiar (para delegar e repartir tarefas) e n\u00e3o descuidar o lado emocional nem o bem-estar f\u00edsico.<\/p>\n<p>Eis alguns contactos que se podem tornar muito \u00fateis:<\/p>\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer\u00a0(APFADA)<br \/>\nTelefone: 213 610 460\/8<br \/>\nInternet:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.alzheimerportugal.org\/\" target=\"_new\" rel=\"nofollow noopener\">www.alzheimerportugal.org<\/a><\/p>\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Doentes de Parkinson<br \/>\nTelefone: 213 850 042<br \/>\nInternet:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.parkinson.pt\/\" target=\"_new\" rel=\"nofollow noopener\">www.parkinson.pt<\/a><\/p>\n<p>Texto:\u00a0<a href=\"mailto:madalenabaptista@entusiasmomedia.pt\" rel=\"nofollow\">Madalena Al\u00e7ada Baptista<\/a>\u00a0com Dra. Cristina Costa (neurologista) e Dra. Ol\u00edvia Robusto-Leit\u00e3o (consultora de Psiquiatria no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e membro da Comiss\u00e3o Cient\u00edfica da APFADA)<\/p>\n<p>fonte:\u00a0Sapo LifeStyle<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A doen\u00e7a de Alzheimer e a doen\u00e7a de Parkinson s\u00e3o as mais conhecidas porque est\u00e3o directamente relacionadas com o envelhecimento. A m\u00e1 not\u00edcia \u00e9 que n\u00e3o existem tratamentos capazes de as curar. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3196,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-3195","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3195","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3195"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3195\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3196"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/formuladeafeto.pt\/web\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}